Missouri integra a União ( EUA) como estado escravocrata

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Todos aqui sabem sobre a questão da escravidão nos EUA, Norte abolicionista e Sul escravocrata. Com a compra da Louisiana,1803, que abrangeu uma vasta área a oeste do Mississípi  fez com que levanta-se a a questão , controversa, se a escravidão deveria ser permitido nos territórios que haviam sido adquiridos. para quem não conhece a história dos EUA, eles usurpavam territórios alheios, assim como compravam larga quantidade de terra de outros “países”. 

No ano de 1819 o Missouri solicita entrara para a União  como estado escravocrata, atraindo para si a fúria dos estados no Norte. O congressista James Tallmadge propôs que o Missouri fosse incluido desde que  aceitasse um programa de emancipação gradual.. Obviamente houve muita discussão em torno disto, mas achou-se um meio termo. Este meio termo forá proposto pelo Presidente da camara dos Representantes, onde admitiu-se o estado do Missouri como estado escravocrata, em troca o noret do estado de Massachusetts fora transformado em estado não escravocrata do Maine. Bem como decidiu se que a escravidão só seria admitida nos novos estados do sul a partir de uma linha  de latitude estabelecida de 36°30′ norte. 

Em 1857, a Suprema Corte dos EUA, declarou o Compromisso do Missouri inconstitucional, ajudando a deflagrar inevitável a guerra civil. 

Retorno as atividades

Olá. Estou voltando a este blog, que eu abandonei porque a faculdade, simplesmente, abduziu o meu tempo, mas agora eu retornarei.  Vou voltar com a minha temática antiga, história e sociologia (só que agora é a econômica, minha área), e, tentar, abordar assuntos que tratam de política e curiosidades. De inicio vou explorar um pouco da sociologia economia, principalmente abordar a tal da Economia Criativa, já ouviram falar? Se você ai, que esta lendo isso, estiver trabalhando sobre Economia Criativa, me contate, porque é a temática que estou trabalhando no momento e possuo diversos materiais sobre isso. Ah, também, se quiserem sugerir algum tema, fiquem a vontade.

E por fim, pessoas que comentam. Assim, qualquer comentário OFENSIVO, RACISTA e HOMOFÓBICO  será, devidamente excluído. Image

Feliz Ano Novo!!!

Então queria desejar a todas as pessoas que leêm esse blog um Feliz Ano de 2012!! Com profecias maias ou não, quero desejar um bom ano, um bom recomeço. Porque o tempo é um só, uno e corrente, e a passagem de ano é um ato simbolico, pois dá uma chance de um novo recomeço, olhando para tras o “tempo” que se foi e vislumbrando o “tempo” que poderá vir.

Isso não é nada amis do que a minha visão de mundo, cada um tem a sua visão e a sua filosofia, entretanto não muda o fato que desejo-lhes um bom ano de 2012!

Outra coisa é que peço-lhes desculpa pela minha ausência, mas este ano foi puxado para mim na Universidade. Agora em férias, prometo começar novamente as postagens.

Pedro, O grande – Rússia

A partir de hoje trarei ao meu blog, com base no livro 1001 dias que abalaram o mundo, datas importantes para a história mundial. Claro, como estou me baseando neste livro não quer dizer que todos os dias, a partir de hoje, eu postarei; porque não parei pra fazer uma pesquisa na internet sobre o que ocorreu nos dias que se seguem. Outra coisa também é que nem tudo o que esta neste livro abalou o mundo como traz no titulo, então estas datas não haverá post, assim como datas importantes para nós não consta neste livro. Segue-se abaixo uma data que a meu ver é mais por curiosidade que trago a vocês.

24 de janeiro de 1722 – Rússia: Criação da tabela de posição social

Pedro I da Rússia, alcunhado Pedro, O Grande

Pedro, O Grande tenta fazer a Rússia entrar na era da moderna sobrepondo-se ao sistema militar e introduzindo a meritocracia. O reinado de Pedro, O Grande se transformou em uma longa e desesperada tentativa de reformar a Rússia. Porém a introdução da Tabela de Posição Social em janeiro de 1722 talvez tenha sido sua cartada mais radical para acertar contas com a velha nobreza reacionária – os boiardos – e garantir que a futura ascensão nas forças armadas e no serviço público ocorresse por mérito, e não graças a privilégios herdados.

Influenciado por um grande tour na Europa Ocidental no inicio do reinado, Pedro resolveu criar uma nova marinha e modernizar o exercito. Ele inventou uma tabela de 14 níveis para todos os oficiais – cada qual com seu próprio uniforme – e decretou que todos os que alcançassem o oitavo nível – mesmo que filhos de servos – entrariam automaticamente para a nobreza hereditária.

Essa derradeira tentativa de modernizar a Rússia teve sucesso parcial. Seu feito a longo prazo foi criar uma nova classe de burocratas hereditários que impedia qualquer iniciativa dos escalões mais baixos da hierarquia, situação que perdurou ate Nicolau II abdicar em 1917. Pedro tinha orgulho dos seus feitos e teria dito no leito de morte: “Espero que Deus perdoe os meus muitos pecados pelo bem que tentei fazer ao meu povo.”Ele também construiu uma nova capital – São Petersburgo – para servir de janela para o Ocidente; Derrotou a Suécia e a Turquia, rivais da Rússia; reformou os governos locais e central; criou um senado e um gabinete; aboliu o uso da barba na aristocracia; e promoveu roupas e costumes ocidentais. Também emancipou as mulheres de uma vida segregada e incentivou sua participação nos eventos sociais. Durante o seu reinado importantes medidas são tomadas tais como a adoção do calendário juliano, a simplificação do cirílico e a reforma do sistema administrativo.

Pequena Biografia de Pedro.

Reinado: 7 de Maio de 1682 – 8 de Fevereiro de 1725

Coroação: 25 de Junho de 1682

Nascimento: 9 de Junho de 1672 Moscovo

Morte: 8 de Fevereiro de 1725

Sucesso: Catarina I

Rainha: Eudoxia Lopukhina

Casa Real: Romanov

Pai: Alexandre da Rússia Mãe: Nataliya Naryshkina

Desde cedo que Pedro se interessou pela vida militar. Quando ainda era criança e durante a sua permanência fora da corte, ele ter-se-ia entretido com casernas militares para crianças e exercícios militares a brincar, com crianças vestidas com uniformes. Os seus grandes conflitos militares foram principalmente a Grande Guerra do Norte com Carlos XII ,da Suécia e as batalhas contra os Otomanos.

Pedro, o Grande teve duas esposas de quem teve catorze filhos dos quais apenas três sobreviveram até à idade adulta. O seu filho mais velho e herdeiro, Aleksei, era suspeito de se envolver num golpe para destronar o Imperador. Aleksei foi julgado e confessou a sua culpa durante um questionário acompanhado de tortura conduzido por um secular da corte, acabando por ser acusado e condenado à morte. A sentença apenas podia ser realizada com a autorização assinada de Pedro e Aleksei morreu na prisão enquanto o seu pai hesitava tomar esta decisão, sua morte se deu devido os ferimentos e os sofrimentos causados durante as torturas. Pedro casou-se primeiro com Eudoxia Lopukhina em 1689, da união nasceram cinco filhos, mas apenas um chegou à idade adulta. Depois de se divorciar de Eudoxia, em 1698, casou-se em segredo, em 1707, com Marta Helena Skowrońska (futura Imperatriz Catarina I da Rússia). Juntos tiveram nove filhos, mas apenas duas chegaram à idade adulta.

Fonte: Livro: 1001 dias que abalaram o mundo e Wikipédia

Desculpa

Bom, muitos já devem ter percebido, mas ultimamente eu tenho pouco tempo para sentar e escrever um artigo bom logo não tenho postado mais. Estou cheia de provas complicadas, monografias e trabalhos para fazer. Assim que chegar dia primiro de Julho eu vou postar novas coisas. O que pretendo postar são:

  • Um resumo da minha monografia sobre o L.E.R. –  lesões por esforços repetitivos
  • Um resumo do trabalho de sociologia, sobre sexualização infantil ( este esta complicado conseguir entrevistas em colégio)
  • Vou começar a postar as revolstas que ocorreram no Brasil Império, mais  Estado novo, todo o periodo de Getulio Vargas ate o ùltimo governo militar.

Espero que me aguardem. E me desculpem mais uma vez.

Imigrantes, pequeno trabalho

Imigrantes

(Bom, ai está meu trabalho finalizado.  Causo estiver falando alguma abobrinha aqui, por favor sinta-se a vontade para corrigir)

O imigrante vinha para o Brasil com  três objetivos:

1°) Ser dono de um pedaço de terra

2°) tirar dela o seu sustento e para sua família

3°) ser patrão de si.

Vamos nos situar. Europa, século XIX, feudalismo desaparece e da lugar ao capitalismo. O camponês que trabalhava para o senhor feudal emigra para a cidade, e nesta tem-se um crescimento gigante. Europa em começo de capitalismo processo de industrialização, péssimas condições de trabalho, péssimas condições de moradia, falta de saneamento básico, péssimas condições de trabalho, salário baixos e desemprego, ocorre que na soma de tudo isso acontecesse as doenças, como a malaria, febre amarela, cólera, peste negra etc, etc… Brasil, em contexto de política ideológica racista busca o branqueamento do país através da imigração européia, sob as tese de que a ‘raça’ branca é superior as outras ‘raça’. Tese sustentada pela eugenia racial e o darwinismo social, colocando as ‘raças’ negra, indígena e mestiça abaixo da branca. O Brasil então aproveitando-se das condições da Europa em desenvolvimento do capitalismo e industrialização crescente, lança campanha para a vinda de imigrantes para cá, com uma propaganda com duas caras. A primeira dizendo que o imigrante ao chegar aqui encontrara acesso fácil a terras, que são férteis, terá trabalho garantido, será patrão de si e encontrara mercado consumidor para seus produtos colhidos. Está era a propaganda lançada pelo Brasil para a atração de imigrantes, mas o que na realidade eles desejavam era a vinda de imigrantes brancos para trabalharem nos cafezais, o trabalho escravo está em processo de abolição, querem o branqueamento do país, pois só com a ‘’raça superior’’ o Brasil poderá evoluir economicamente e socialmente, e também para a habitação de terras pouco exploradas, principalmente no sul.

O imigrante tinha a visão da ideologia do camponês europeu livre: trabalhando na sua própria terra, tirando dali o sustento de sua família e vendendo o excedente. Todavia ao chegarem aqui não era bem assim. Aqueles que vieram para o sul do pais conseguiram esta visão ideológica, mas aqueles que foram para outras regiões não. Muitos foram trabalhar nos cafezais, e de lá não saíram tão cedo, pois tinham que pagar ao fazendeiro que os trocem as suas despesas de viajem, alem de tentarem juntar dinheiro para comprar um pequeno lote de terras. Alguns conseguiram juntar dinheiro e comprarem terras, outros não. Mas como se sabe, a terra entra em esgotamento depois de um certo tempo de uso numa única cultura, com o café não foi diferente. Então os fazendeiros começaram a arrendar estas terras esgotadas para o imigrante que trabalhava para eles, mas não foi por pena não. O fazendeiro e o Estado tinham outros interesses por trás, que eram:

1°) produção de policulturas, ou seja, diversidade alimentar para a fazenda e para a cidade.

2°) estoque de mão de obra, trazendo mais imigrantes e recrutando aqueles que estavam nas terras arrendadas fazia com que o preço pago ao trabalhador caísse.

3°) valorização da terra, pois com a produção de policultura a terra acaba se tornando fértil novamente ai o fazendeiro acaba pedindo mais por aquela terra arrendada.

A pesar deles terem sido enganados, eles permaneceram no Brasil, pois a Europa ainda estava se adequando ao capitalismo. Pois bem, muito imigrantes acabaram não tendo seus lotes de terras, nem seus filhos, nem netos.  Alguns imigrantes conseguiram o seu lote de terra e vantagens que o governo propagandeava, outros foram trabalhar em cafezais, outros tiveram seu lote de terras, mas acabou não dando certo e tiveram que migrar para a cidade e ficarem as margens delas, outros voltaram a ser proletários, outros conseguiram se manter através dos ofícios que tinham na Europa e que faziam aqui nos pequenos povoamentos e se expandindo a medida que aumentava a urbanização, outros acabaram morrendo assalariados. Enfim, a vida do imigrante na América não foi uma vida fácil. Tiveram de desbravar a mata, plantar em terras cheias de raízes, terem sorte com o tempo e com o tipo de plantação, se era ou não adequada para aquele solo, tiveram q ter sorte com as condições climáticas que não era o mesmo europeu, tiveram que aprender técnicas de cultivo aqui, entre tantas outras coisas mais. Doenças, desastres e outros tipo de problemas, que não eram raros, tornavam a vida do imigrante na sua colônia impossível. Inexperiência e ausência de adaptabilidade as novas condições punham todo um trabalho de meses, se não anos, a perder.

Não obstante, a pequena propriedade e a policultura desempenharam um papel importante na nossa sociedade. A policultura desempenhava um papel fundamental nos circuitos comerciais de um mercado interno que começava a se expandir. E a pequena propriedade a preencher as lacunas de uma vasta terra que não era habitada. Embora as dificuldades fossem mil, eles conseguiram vencer, pelo menos é o que nos é passado, a idéia daquele imigrante que veio sem nada, instalaram-se nas matas virgens, construíram um rancho ou dormiram embaixo de arvores, alimentavam-se de frutas nativas, da caça e da pesca, e que no decorrer de três ou mais anos puderam apresentar uma bonita casa com hortas, jardins  e que tiveram uma produção proveniente da roça ou da criação de animais para vender.  Mas a historia não mostra o lado ruim de ser imigrante. Não mostra aqueles que morreram sem atendimento medico, que foram picados pelas cobras, que morreram quando derrubaram uma arvore, aqueles que não tiveram sucesso na roça e que não conseguiram pagar as prestações dos lotes, aqueles que por diversas razões nunca conseguiram uma habitação descente, aqueles que lutaram e batalharam, mas nunca conseguiram dar uma educação descente aos filhos, enfim problemas de varias ordens que não são mostradas ao publico leitor ou que estuda. As vezes ser imigrante era uma aventura, que só o tempo iria ensinar a eles o melhor modo e época de se plantar e o que plantar também.

Por final, isso é somente um pequeno trabalho sobre a imigração no Brasil, não está aqui tudo, pois não falei de nenhuma imigração em especifico, de suas peculiaridades, culturas e etc… também não falei aqui as questões das mulheres, que não ficavam somente na casa, elas também iam para a roça plantar e capinar. Das criançs, que desde pequenos foram recrutadas para trabalhar na casa ou com os animais e que famílias grandes tinham mais chances de prosperar que as pequenas famílias. Do modo como eram feitas as casas, e de que maneira começavam a se formar os pequenos núcleos de imigrantes, sua industrialização, seus comércios, surgimento de escolas, hospitais e bancos. Não falei também do crescimento dos núcleos urbanos, já que quando não dava sorte na roça iam-se para a cidade para sobreviver. Do papel da venda, muitas vezes única forma que o imigrante tinha contato com o mundo exterior, o vendedor que trazia as noticias e as cartas. Não falei também das dificuldades de se manter uma colônia, do papel das igrejas e também dos emigrantes, filhos de imigrantes que iriam desbravar as terras, já que a pequena propriedade não dava para sustentar uma família grande.

Por fim, isto é um pequeno trabalho, que não ficou concluso, só fiz o que era mais geral. A grosso modo, só fiz o grosso do trabalho sem entrar em detalhes. Quem sabe mais adiante eu não faço um post em especifico para algumas imigrações e costumes. Vamos ver como vai ser as andanças dos meus trabalhos na graduação.

Objetivo do imigrante e a isca usada para o atrair

Desembarque de imigrantes no Porto de Santos (SP), 1907

( Dando continuidade ao trabalho sobre imigração)

Praticamente todos os imigrantes vinham para o Brasil com os objetivos de: serem donos de um pedaço de terra, para trabalhar nela e tirar dela o sustento da família. Tinham a ideologia do camponês europeu livre: trabalhando em sua própria terra, obtendo o sustento da família e vendendo o excedente. Todavia, muitos dos que vieram para cá não obtiveram tal objetivo. Nem os filhos, nem os netos, e acabaram morrendo como trabalhadores assalariados dos cafezais, outros não obtiveram êxito na pequena propriedade e se tornaram  marginalizadose outros continuaram como proletários.

O imigrante vinha com ideário de se tornar um fundiário, para isso poupava o máximo que podia do que ganhava trabalhando nas  fazendas de café, para poder comprar um lote de terras. A propaganda para a atração de tais imigrantes alimentava tal objetivo de ser patrão de si, de não haver patrões, pois nela diziam que o Brasil possuia boa qualidade de terras que seriam distribuidas assim que o colono conseguisse resgatar a sua divída perante o arrendatário que havia lhe trazido para trabalhar em sua fazenda, que havia recurso para a venda, ou melhor, que havia mercado para a venda dos produtos produzidos pelos colonos.

Tal propaganda fez com que os colonos sonhassem com a obtenção de um lote de terra para o cultivo e dele tirar o sustento de sua família. Essa vontade de se tornar propietário e de trabalhar por conta própria aliou-se aos interesses fundiários e do capitalismo em expansão. Por que isso? Porque era do interesse dos grandes proprietários de terras terem mão-de-obra excedente para poderem manter a remuneração do trabalhador baixo. Outro fator que deve ser resaltado era de que o ”Império do café” criou condições para o surgimento da pequena propriedade, e quando participara desse processo o Estado e os fazendeiros tinham outros objetivos, que eram a pequena propriedade ser uma isca para atrair imigrantes e uma provável concorrente com a fazenda do café no aliciamento do imigrante, o que ocassionou os baixos salários nas fazendas, devido ao excedente  de imigrantes. Mas por que excedentes se alguns tornaram-se ”senhores de si”? Porque a pequena propriedade funcionava como um reservatório de braços com os quais o fazendeiro poderia contar quando havia colheita, e nesse aspecto muitos fazendeiro lotearam seus domínios ou limites de terras, que na verdade eram improprias para o cultivo hegemônico e que era onde o fazendeiro poderia recrutar braços quando fosse necessário.

Nas terras esgotadas o imigrante dedicava-se principalmente a produção de hortigranjeiros, procedendo-se assim a valorização dessas terras. E com o crescimento das cidades não só aumentou a procura de gêneros alímenticios, como também tornou necessário a integração econômica das terras cansadas e subutilizadas nos seus arredores, ou seja, asegurava uma valorização da terra e também o abastecimento das cidades e fazendas.

Em síntese havia três interesses no imigrante:

1°) Pequena propriedade funcionária como uma reserva de braços para o fazendeiro;

2°) Pequena propriedade como isca para atração de imigrantes e;

3°) Valorização das terras esgotadas pelo cultivo do café.

Política de ”aprimoramento da raça” brasileira

(Dando inicio a um pequeno trabalho de imigração feito por mim.)

Final do século XIX, acontece a disseminação da política de branqueamento do país, pois o país adotou  ”teses científicas”  de darwinismo social e eugenia racial para defender o branqueamento da população como fator necessário para o desenvolvimento econômico e social do país. Elite branca da época apoiou, pois considerou como certo que o país não se desenvolveria, pois a maioria da população era composta por negros e mestiços. Havia também o conceito que a ‘raça’ branca era superior a outras ‘raças’, conciderando o negro e o índio ‘sub-raças’. A imigração chinesa era vista como um ”transbordamento de flagelos”, ela abastardaria a ‘raça’, traria vícios da imoralidade, seria um impecílio para o progresso agrícola e industrial. A imigração negra poderia provocar o reestabelecimento do tráfico negreiro e a imigração deverioa ser feita  com a gradual abolição da escravidão.

O desejo que se tinha com a imigração, além do ”braqueamento” e o ”aprimoramento da raça”, era também a colonização de terras, principalmente no sul, e a força de trabalho desses imigrantes, principalmente nas plantações de café, em substituição ao trabalho escravo.

Em carta, transcrita nos Anais da Assembléia Nacional Constituinte de 1934, Oliveira Viananos resume o que foi o ”processo de branqueamento da raça”, em resumo: ” por termos formação em que predominam dois sangues inferiores, o negro e o índio, somos um povo de eugenismo baixo, o grande problema é a arianização intensiva da nossa composição étnica. Tudo quanto fizermos em sentido contrário a essa arianização é obra criminosa e impatriótica”. A frase, aqui em resumo, foi escrita num periódo em que se falava do perigo da imigração japonesa para SP, pois com eles vieram grandes capitais empregados no ”império do café”, loteando essas terras e instalandos imigrantes lá, tal projeto foi mal visto pelos fazendeiros da época.

Uma estudante

Acho que compete nesse momento uma breve apresentação minha. Pois bem, me chamo Gabriela, tenho 19 anos e estou começando a graduação de ciências sociais. Estou gostando do curso, me achei nele e estou pegando gosto pelas matérias e aulas. Por ser iniciante, não esperem grandes post contestando algo, defendendo ou criando teorias, não, não, pelo começo postarei algumas ideias,  meus trabalhos, minhas pesquisas de campo, anotações, enfim aquilo que um graduando de sociais faz. Mais adiante eu começe a postar minhas teorias, que agora são somente uma semente, mas quem sabe ela não brote?Ah, sou iniciante em blogs, então vou me atrapalhar um pouco, mas com o tempo tudo se aperfeiçoa.

Antes de mais nada, eu não quero mudar o mundo. Até porque mudar o mundo é algo estremamente complicado e o sistema em que ele está não vai ruir tão cedo.  Todavia, quero mudar as pessoas que estão a minha volta, tentar empregar um espirito mais humanos nelas, porque hoje em dia é tudo muito frio, tudo muito automatico e isso faz com que a nossa raça acabe se deteriorando e ficando cada vez mais insana. Não quero mudar o mundo, quero mudar o que está a minha volta, porque quem sabe as pessoas que estão a minha volta não tente mudar as que estão na sua volta e assim por diante, como um ciclo vicioso, e então quem sab o mundo não se torne menos frio e automatico?