Começando a série: resumos anteriores a prova de mestrado

Primeiramente gostaria de pedir desculpas, principalmente por não ter dado continuidade as publicações dos trabalhos meus da graduação ( caiu um raio do lado de  minha casa, e computador queimou – não tinha os trabalhos salvos em nuvem, infelizmente). Segundo, pela minha acentuada ausência. Contudo, isto deve-se a dedicação exclusiva ao mestrado. Bom, dentro de um mês haverá uma nova mestre em sociologia – eu, que pesquisei videogame na sociologia.

Por conseguinte, darei início, a publicação dos resumos que elaborei para a prova de mestrado. Vou contar um pouco dessa etapa pré-mestrado. Primeiro, eu faço o mestrado no PPGS/UFRGS (CAPES 07). Para disputar uma vaga são, quando fiz, uma prova de conhecimento (no meu caso foram os clássicos – Marx, Weber e Durkheim- escolher um conceito deles, dissertar sobre este conceito na atualidade), a prova de idioma ( francês ou inglês), análise do teu currículo da graduação (não querendo me gabar, mas sou a terceira melhor do curso, quando formei-me), análise dos comprovantes dos eventos que participou, análise do teu projeto (aqui o meu projeto foi considerado o melhor, sem erros, logo, se quiserem alguma orientação para formular projetos de pos-graduação 😉 )e, por fim, a entrevista com parte dos professores.

Logo, hoje iniciarei uma série com os resumos pré-prova do mestrado. Entretanto, gostaria de deixar algumas sugestões de leitura, tanto para quem for fazer uma prova deste porte, quanto para o pessoal da graduação, porque vale muito a pena, além de facilitarem a compreensão do conteúdo sociológico.

Primeiro o livro: “História das idéias sociológicas” do autor Michel Lallement. São dois volumes. É uma leitura bem didática e de fácil compreensão.

Segundo o livro: “Quatro tradições sociológicas” do autor Randall Collins. É um volume. Trabalha com os autores: Marx, Weber, Durkheim, Mead, Blumer, Garfinkel, entre outros.

O terceiro, e não menos importante, é o clássico “Etapas do pensamento sociólogo” do autor Raymond Aron. É um livro gigantesco e, ao meu ver, bem difícil para quem recém entrou no curso de ciências sociais ou sociologia. Porém, é bem sucinto ao pensamento das principais idéias dos autores clássicos.

Bom, é isso gente. Agora é pegar os resumos e digita-los aqui. Boa leitura e bons estudos.

Motivo de não atualização

Olá, vcs devem ter notado q eu sumi derrepente. Bom, o motivo é bem simples, eu estou doente, então fica complicado as horas q eu fico aqui parada na frente do pc lendo e procurando informação na net para disponibilizar para vcs. Então me desculpem a falta de atualizações, eu estou dodói  assim que melhorar eu faço algumas varias atualizações xD (eu tenho uma mini lista de atualizações de guerras e confrontos que eu acho q seria interessante postar)

 

Bjuuuxdodói

18 de março de 1314 – Execução de Jaques de Molay

Para começar este post esta pergunta a vocês: quem foi Jaques de Molay?Ele era o 23° e último grão-mestre dos Cavaleiros Templarios.

Neste dia, 18 de março de 1314 ele é queimado na fogueira. Diz-se que Jacques de Molay amaldiçoou o rei Filipe IV, o belo, da França e seus descendentes durante a execução. Uma testemunha ocular da execução afirmou que de Molay não mostrou nenhum sinal de medo e disse aos presentes que Deus iria vingar sua morte. É verdade que o Filipe e o Papa Clemente V morreram dentro de um ano depois da execução de Jacques de Molay. Clemente sucumbiu uma longa enfermidade, em 20 de abril de 1314, e Filipe em um acidente de caça. Depois, seguiu a rápida sucessão dos últimos reis Capetos diretos da França entre 1314 e 1328: três filhos de Filipe IV. A dinastia capetíngia perdurou por 300 anos.Image

Plano Marshall 14 de março de 1948

EUA vs URSSO Plano Marshall, primeiramente, deve ser entendido como um plano que está inserido entre o contexto do final da II Guerra Mundial e a Guerra Fria. Porque? Porque, como todos sabemos, a II Guerra Mundial deixou diversos países europeus destruídos ( principalmente a Alemanha), necessitando  então, de investimento financeiro para a reconstrução destes países. E no contexto histórico da Guerra Fria porque este plano foi uma forma, entre tantas, de fortalecer o capitalismo e hegemonia dos Estados Unidos ( que são o país que saiu mais vitoriosos desta guerra), em detrimento da URSS, que possuía uma economia comunista.

Portanto, dentro deste período pós – guerra (segunda guerra) foi criado o Plano Marshall, nos EUA, pelo então secretario e Estado George Marshall, que tinha como principal objetivo possibilitar a reconstrução dos países capitalistas, tal como Reino Unidos, França e Inglaterra. O plano Marshall foi elaborado numa conferência em julho de 1947 e finalmente aprovado em 14 de março de 1948. Teve uma vigência de quatro anos fiscais a partir do verão desse ano e, durante este período, os estados europeus que entraram no plano receberam um total de 13 bilhões de dólares da época.

Os principais objetivos do plano eram: 

  • Possibilitar a reconstrução material dos países capitalistas destruídos na Segunda Guerra Mundial (exceto a Alemanha oriental, que era controlada pela URSS);
  •  Recuperar e reorganizar a economia dos países capitalistas, aumentando o vínculo deles com os EUA, principalmente através das relações comerciais;
  •  Fazer frente aos avanços do socialismo presente, principalmente, no leste europeu e comandado pela extinta União Soviética (URSS).

Um vez que atingiu-se as metas do plano, a economia de todos os países que participaram   atingiram um crescimento e uma prosperidade sem precedentes, superando os níveis antes da Guerra. Os EUA também ganharam, pois conseguiram aumentar o nível de exportações para a Europa Ocidental, alem, é claro, de expandir a sua influencia sobre a região. Com os países capitalistas fortalecidos ( e em ampla expansão economia) ficará fácil fazer frente a URSS e ao seu regime comunista, principalmente na Guerra Fria. E, para finalizar, o Plano Marshall também é visto como um dos elementos que incentivou a unificação europeia, pois eliminou as tarifas e criou instituições para coordenar a economia no âmbito europeu.